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Amazônia Eco-Luz  

AMAZÔNIA ECO-LUZ
Viagem missionária realizada de 14 a 20 de janeiro/2008 para ativação  do Templo da Força, Poder e Destemor do Raio Feminino, no espaço do Tiwa Amazonas  Eco-Resort, Iranduba-AM (www.tiwa.com.br) realizado pela Comunidade Unindo Corações (www.unindocoracoes.com.br) ,com a coordenação geral de Eunice de Almeida e Ivonete Auricchio.

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    DEPOIMENTOS DE ALGUNS DOS 51 PARTICIPANTES
     
   

ALEXIA SOARES  (Rio de Janeiro-RJ)
"No barco, no encontro das águas, foi  invocado o Arcanjo Miguel, me senti fora do tempo e do espaço com sua força de transmutação. Na hora da abertura do Templo, na clareira, quando a Eunice estava invocando as amazonas nos seus corcéis brancos, vi um círculo no alto formado  com os corcéis brancos e as amazonas em volta daquele espaço.  Senti também a força das pessoas passando pelas duas fogueiras como um portal,  parecia que toda a humanidade estava passando... E a lanterna azul da Wanda parecia um farol iluminando o caminho para a humanidade.   No encerramento do conclave no santuário, quando a Wanda invocou a chave da ascensão, visualizei uns botos como se estivessem nadando em uma ponte de luz como  uma conexão entre o céu e a terra.  Hoje, dia 20, pela manhã, quando fomos à praia para fazer o trabalho de consciência ecológica de catar o  lixo,  resolvemos depois nos banhar no rio e éramos sete mulheres nos sentindo as próprias amazonas, experienciando a total liberdade do raio feminino".

    ALICE GRESS  (Rio de Janeiro-RJ)
"Na verdade, vim sem expectativa, porque não conhecia o grupo. Me surpreendi com o idealismo, o altruísmo. Senti como se todos os corações estivessem alinhados, como se fosse uma alma só e um só coração. Sou da linha xamânica e  senti a conexão da resposta da natureza.  Na manhã do dia 15, os pássaros se levantaram no leste, depois vieram as araras, representando a alegria.   Vieram para o nosso lado.  Depois veio o vento.  A chuva desabou na oca.  Vi a oca como se fosse um rodamoinho avermelhado.  Senti o choro da alma na hora da leitura do poema do Homem para a Mulher; me identifiquei com todas as mulheres do mundo.  Não chorei por Alice, mas por todas as mulheres. E nesse momento senti a importância deste trabalho.  Senti a energia feminina,  como  a mulher sofre, mas ao mesmo tempo é solidária e generosa".
    Ana Carla Menna Barreto (Manaus - AM)
"Como estava ainda  como gerente do Tiwa, não pude participar de todas as atividades, porém um dos momentos de grande emoção foi durante a arrumação do salão, na qual participei e atuei. Mas o ponto mais marcante, não deu para conter as lágrimas, foi na comunidade indígena na hora do Hino Nacional,  não tem palavras para descrever o que senti ... Vai ficar na recordação para o resto da minha vida".
   
ANA LUIZA BAHIANA  (Rio de Janeiro-RJ)
"Todos os momentos me emocionaram.  Uma das que mais me chamaram a atenção foi ontem, com o elemento água, quando no ápice do ritual  caiu aquela tempestade.  Organização, integração, amizade, tudo perfeito; os rituais, as vivências holísticas...  Só tenho a agradecer a Deus o privilégio de  estar aqui, ter podido cantar, que é o que sei fazer melhor.  Estou muito feliz, em estado de graça".
   
ANGELA MONTEIRO (Rio de Janeiro-RJ)
" A cerimônia com os índios  foi inusitada: os instrumentos, o som da terra, o pé no chão na maloca, foi como um presente.  O acolhimento que a tribo Dessana nos deu foi muito bom; uma menina índia me deu três frutinhas da terra chamadas de tucumã.   Gostei muito da palestra da Wanda Linhares sobre as mulheres guerreiras.  Chorei na cerimônia do barco, principalmente na hora do ritual do casamento".
   
   
   
   
AURORA PACHECO (Brasília-DF)
"Na ativação do Templo, no meio do ritual , quando abri os olhos, vi caírem do céu muitas labaredas de pequenas chamas com auras azuis sobre todos.  Senti a transmutação de todo ambiente, do hotel Tiwa, em mim, no ambiente físico e etérico. Vi também a chama violeta sobre a bandeira que foi visualizada.  Muita chama violeta..."
   
   
   
   

BÁRBARA CALDAS (Niterói-RJ)
"Dancei e pulei como uma fada em volta das fogueiras.  Logo quando eu cheguei, ao ver a clareira senti um passado longínquo celta e indígena.  Mas na hora que pulava, não pensava em nada, só sentia alegria, felicidade.  Quando a Wanda abriu os braços na abertura do Portal na clareira, me reportei às minhas leituras de romances celtas, onde as sacerdotisas creciam nos rituais".

   
   
   
   
CARMINHA SOBRAL (Teresina-PI)
"O trabalho foi excelente em todos os níveis, com integração entre os participantes, muita harmonia em um ambiente de paz e serenidade.   Na hora da ativação do Portal, tudo era harmonia: a lua, os pássaros voando, a dança do oito (infinito) entre as fogueiras do sol e da lua".
   
   
   
   

CRISTINA ROCHA (Rio de Janeiro-RJ)
"Para mim, o primeiro ponto a ressaltar foi o Josenias: ele fez um coroamento  para nós, que ele entregou um a um, e deu a dele própria para o João.  Aqui no Tiwa  todos são amáveis e ele nos recebeu como a pessoa da terra e ainda nos coroou... O segundo ponto foi a recepção das duas araras: estavam na manhã prática holística da Teresa, no dia que voltamos do passeio do barco elas nos receberam no pier e finalizaram com o comparecimento no ritual da clareira. No dia que fizemos silêncio, elas também ficaram caladas.  Eu fiquei muito sensibilizada.  Todos os rituais foram maravilhosos, mas me comoveu o ritual do barco.  Me senti num templo do próprio rio.  O rio é vital e nós estávamos num templo nas águas. Também achei muito carinhoso o encontro na maloca dos índios e com certa empatia quando eles nos convidaram para dançar.  Me senti em casa, como se nada fosse novo, estava totalmente entegrada. Não senti necessidade de dizer “sinto muito”, só conseguia dizer “obrigada”.  A beleza do Tiwa está bem integrada à natureza e amei ter visto as vitórias-régias".

   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
DAGMAR SCHALLER  (Rio de Janeiro-RJ)
" A grandiosidade incomparável  do Brasil , especialmente da natureza dessa imensa região  amazônica com suas matas verdes exuberantes e os grandes e lindos rios, me fez sentir ao mesmo tempo grande e pequena. Tudo é tão fascinante , que até milagres acontecem".
   
   
   
   
DIAMANTINA REIGAS (Rio de Janeiro-RJ)
"Até agora, o que mais gostei  foi do encontro das águas e da caminhada na mata, pelo contato com a natureza.  A chuva na floresta foi como um batismo na Amazônia".
   
   
DULCE PINHEIRO ( Teresina- PI)
"Estou extasiada , impactada,  em estado de graça após sentir o carinho dos botos. Eles emocionam a gente, nos tocam profundamente. Não esqueço também a dança dos índios,  o pisar na terra, aquela batida de pé está gravada no mais íntimo do meu ser.  Também emocionante foi a caminhada para atravessar o portal na hora de sua abertura, entre as duas fogueiras,  sentindo cada passo como se fosse cada etapa de uma vivência em direção de uma coisa grandiosa".
   
   
   
   
   
ELCY STUDART (Rio de Janeiro-RJ)
"Estou me sentindo em outra dimensão, no paraíso... Para mim, o  ponto alto até agora (17 de janeiro) foi o serviço espiritual  no barco, no encontro das águas.  E como lazer foi o banho de rio.  A água me acolheu com muito carinho".
   
   
   
ELIANE HORTA (Rio de Janeiro-RJ) 
"O momento que mais mexeu comigo foi o do igarapé, onde senti a conexão com aquele ambiente, me senti uma com a água, as árvores, os pássaros, o silêncio. Senti que entre as árvores o sol bateu no meu rosto, mais que nunca um em todos e todos em um, quando se perde a individualidade.  O encontro com a tribo de índios também  foi muito legal e fiz uma coisa que não faço nunca: ficar descalça na terra.  Me senti ligada com a própria terra.  Depois de um caminho de preparação para a expansão da consciência, aqui tive a oportunidade de experienciar  e permitir ser levada em confiança.  Na clareira à noite, na hora que a Wanda abriu uma alameda para nós passarmos, foi muito tocante.  A sensação é que o Portal realmente se abriu e passou muita gente e me senti como se estivesse  transportado um outro universo. Visualizei vários cavalos brancos, enormes, com as amazonas altas e fortes de porte. Quando cheguei em Manaus, ainda no avião, tive a sensação: “Cheguei!” e me vi pequena junto a umas pessoas muito altas e me senti crescer ficando do tamanho delas..."
   
   
   
   
   
   
   
   
   
ELIANE LAZERA  (Rio de Janeiro-RJ)
"Com  relação à Amazônia, amei esse lugar,  como se fosse a força  feminina,   um útero aconchegante. Aqui me sinto tão bem...  Com  relação  ao evento, foi extremamente bem organizado.  A Eunice foi impecável.  Ela é muito primorosa, se preocupa com tudo.  Ela se preparou, ela viveu a situação antes.  Ela conduziu bem; é uma boa comandante.  Em termo de trabalho, foi tudo perfeito.  A  egrégora espiritual foi belíssima.  O nível foi muito bom, mesmo que cada um tenha a sua experiência.  São muitas dimensões ao mesmo tempo.  A gente na verdade não faz nada.  Tudo já existe.  Nota mil".
   
   
   
   
   
   

ELOAH LIMA (Rio de Janeiro-RJ)
"Dentre os muitos momentos importantes, lembro a visualização da chama trina (poder, amor e sabedoria) no salão de reuniões, que na verdade, virou um santuário.  Vi um grande vórtice de energia englobando todo o salão como um pião gigante".

   
   
   
GRAÇA ARAUJO (Rio de Janeiro -RJ)
"Achei excelente este encontro. Senti muita energia praticamente o tempo todo.  Pude observar que embora as brasas das duas fogueiras do ritual de ativação do  Templo estivessem pequenas vistas a olho nu, nas fotografias digitais aparecia com chamas como se ainda estivessem acesas".
   
   
   
   
ILMA XAVIER (Rio de Janeiro-RJ)
"É um tipo de resgate. Desde a palestra do primeiro dia. Estou me sentindo muito bem.  Me sentindo livre. Apreciei a decoração do barco, o banho de rio.  Ainda me sinto como se estivesse flutuando.  Uma sensação de aconchego e acolhimento. E uma sensação de leveza".
   
   
   
   
ISOLDA HECKER DA SILVA (Rio de Janeiro-RJ)
"Senti  muito o elemento Terra nesta floresta amazônica.  Foi muita emoção e alegria quando cantamos “Pacha Mama/A terra é nossa mãe”.  Na cerimônia com os índios tive o sentimento da gratidão por ter sido recebida cosmicamente no planeta Terra". 
   
   
   
IVONETE AURICCHIO (Rio de Janeiro-RJ)
"Meu coração se emocionou  nos momentos em que cantamos o Hino Nacional na oca dos índios e no barco no encontro das águas.  Também com o som gaita da Daggi   tocando “Pompa e Circunstância” para os índios.  Senti muito a energia em todas as cerimônias ao ar livre, chamando a atenção da perfeita harmonia com os elementos naturais. Mas talvez o clímax para mim tenha sido aa  cerimônia do encerramento oficial na noite do dia 19 de janeiro,   no santuário dedicado  a Santa Amazon e Lady Miriam,  ornamentado  pela vitória-régia com a chama trina e com as folhagens amazônicas  combinadas com a chama violeta.  Senti a força das palavras plenas de Amor de Eunice, Wanda, Lúcia Helena e Teresa Batista e também a suavidade do coro angelical formado espontaneamente pelas vozes de Ana Luiza e as irmãs Eloah, Débora e Vitória.  E neste ambiente, além da própria realidade, observei que, todos de branco, pessoas vindas  de várias partes do Brasil pareciam estar com os semblantes iluminados, dando a certeza de termos cumprido com o propósito missionário desta viagem: a ativação do Templo de Luz da Amazônia".
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
JOSÉ GALINDO (Rio de Janeiro-RJ)
"Eu senti muita emoção na oca dos índios, quando pedimos perdão pelos conquistadores do passado, justamente na hora que começou a chover tão forte.  No encontro das águas, na invocação do Arcanjo Miguel,  senti como se o Arcanjo chegasse com uma legião de seres de luz, como se o barco ficasse rodeado e protegido.  Hoje entrei antes da cerimônia no santuário e meditei pedindo respostas para algumas questões e, durante a palestra da Eunice, obtive várias resposta esclarecedoras.  No encerramento, na hora dos abraços, senti muita emoção na conexão de coração a coração com todo o grupo".
   
   
   
   
   
   
JÚLIA CARNERO (Rio de Janeiro- RJ)
"O momento mais tocante dói a abertura do Portal, especialmente com a música indígena.  Foi como se a alma indígena estivesse inundando o meu ser".
   
   
   
JURACI CARVALHAL DA SILVA (Rio de Janeiro-RJ)
"Gostei bastante do dia da floresta e o dia do barco no encontro das águas.  A palestra da Lúcia Helena veio complementar um conhecimento de assuntos  que me interessam pessoalmente".
   
   
   

LAYDE OGUIME (São Paulo-SP)
"O que mais me emocionou foi o encontro das águas tão diferentes ao mesmo tempo que caminham na mesma direção.   Representam um pouco a intolerância humana.  O mar pra os rios será como a Consciência Comum no final para todos os humanos.  Mais que o masculino e o feminino,  é o encontro das diferenças dos seres humanos. Gostei também do meu contato com os índios.  Sentei ao lado da mulher do pajé e conversei com ela, que entendia a dor que o povo indígena tinha sofrido por muitas gerações e que agora estávamos ali nos respeitando uns aos outros".

   
   
   
   
   
LÚCIA HELENA S.  PEREIRA (Rio de Janeiro-RJ)
"Dois pontos me tocaram: a ativação do Portal para a entrada no Templo da Força, Poder e Destemor do Raio Feminino  e a resposta da natureza nos momentos essenciais das cerimônias ao ar livre. Por exemplo: dois pássaros cruzaram o céu no momento da harmonização na entrada do templo e os mesmos dois pássaros  estiveram presentes no momento em que se ancorou a saudação do Portal do Norte e o elemento Ar.  Além disso, as duas araras (creio ser um casal) se posicionaram na entrada do templo antes de o ritual começar como se estivesem vistoriando o local e guardá-lo, constituindo um campo de força do reino dévico. Também tivemos, no dia do elemento Água,  muita chuva com efeito purificador e transmutador.  No dia do Ar,  muitos ventos sopraram quando o nosso barco se posicionou no encontro das águas (rios Negro e Solimões). O profundo silêncio no igarapé e, quando declamei o poema saudando a natureza, o sol pareceu com toda sua força.  E também não posso esquecer que a lua, como se aguardasse um chamado, mostrou-se no momento preciso durante o ritual do Portal do Feminino".
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
LÚCIA SALOCA  (Rio de Janeiro-RJ)
"Tive um grande conflito antes de vir: eu vinha para um lugar para trabalhar o destemor e eu estava em pânico.  Decidir chegar até aqui foi muito complicado, muito sofrido.  Até chegar ao aeroporto eu ainda estava em conflito. Só aqui, quando botei o pé no hotel Tiwa é que vi que fiz a decisão certa.  Gostei de todos os rituais, principalmente o dos índios. Estava muito cerimoniosa. Como se estivesse chegado a uma casa que não conheço.  Na hora do “ho’oponopono’ me senti muito mal, na hora de dizer “sinto muito, eu te amo”, eu chorei, foi um pedido de perdão mesmo.  No igarapé fiquei de olhos abertos, contemplando. Na visualização do obelisco, era como se ele se materializasse e me transportei  ao Oriente Médio e aos Estados Unidos e tive nesse momento a percepção de o Brasil ser o instrumento de união dos povos.  E neste momento me senti incluída e capaz de participar deste processo".
   
   
   
   
   
   
   
   
LUCIA WEBER (Manaus-AM)
"Gostei demais da palestra da Lucia Helena sobre o medo. No dia do ritual do barco  no encontro das águas dos rios Negro e Solimões (17 de janeiro) senti-me fora do ar, perdendo a noção do tempo. O canto da Ana Luiza e as palavras da Eunice fizeram tudo em volta se harmonizar. Depois deste grupo, sinto que serei “Lúcia hoje , Lúcia ontem”. Quando Ivonete cantou o mantra xamânico andino no igarapé senti uma forte presença xamânica masculina. Uma energia muito, muito forte estava ali".
   
   
   
   
   
MARAMAN LAMOÇO (Rio de Janeiro-RJ)
"Gostei muito do encontro com os índios, mesmo sabendo que eles já estão  com a influência da civilização.  Gostei  muito das danças".
   
   
MARIA ELOÁ RIBEIRO (Curitiba-PR)
"Tantas coisas me tocaram: o encantamento, a grandiosidade e a beleza da região, da mata, do rio, o ritual da chama gêmea, o sentimento de estar em paz com o Amor,, não necessariamento com o sexo oposto, mas com o complemento divino.  É a junção do quebra-cabeça, é saber que tem que existir a procura para encontrar o Todo".
   
MARIA HELENA DEL GRANDE (Salvador– BA)
"Muitos momentos foram especiais, mas me comoveu a hora em que pedimos perdão aos índios, pelos erros da nossa responsabilidade, da nossa cultura para com a deles".
   
NAIR BARBOSA (Rio de Janeiro-RJ)
"Gostei muito de conhecer os índios, sentir o espírito da família, adorei os bebês.  Também gostei da cerimônia do casamento no barco, símbolo de união em contraste com as águas dos  rios que não se misturam".
   
NILSON QUADROS (Rio de Janeiro-RJ)
"Para mim existiram dois momentos muito importantes: o do encontro das águas e o da abertura do Portal".
   
NIZETE MARCELINO (Rio de Janeiro-RJ)
"Tive muitas experiências marcantes: consegui visualizar  um  céu  noturno estrelado dentro da oca dos índios na hora que cantamos o Hino Nacional.
Caminhar na trilha da floresta e receber no corpo a chuva que caiu. Tomar banho no rio Negro  e vencer um antigo medo que  eu tinha.  Outro ponto alto foi o passeio de lancha no igarapé, depois que as cinco lanchas pararam no templo natural e  após a meditação da Lúcia Helena e o canto dos Ascensionados e Livres.  Percebi entre as árvores uma luz dourada e num relance, muito rápido,  visualizei o rosto de Jesus Cristo".
   
REGINA MOL CABRAL (Rio de Janeiro-RJ)
"Gostei muito do encontro com os índios.  Eu estava de coração aberto e eles também. Como contribuição, peço para que nos próximos encontros, no passeio de barco da madrugada para ver o sol nascer, após a harmonização em conjunto, quando os barcos ficam com os motores desligados e unidos pelas cordas, eles depois se separem e novamente desliguem os motores para que todos possam apreciar melhor a natureza e tirar fotos, pois com os barcos unidos, quem ficar sentado atrás (como eu fiquei) não vê direito o sol nascer nem consegue tirar fotos".
   

REGINA PANDINI (Rio de Janeiro-RJ)
"Eu considerei que houve uma parceria perfeita: Eunice e Ivonete.  Energeticamente estava tudo muito harmonioso, tanto na parte espiritual quanto na material.  No dia do encontro das águas, tive a visão espiritual em que  o nosso barco sendo acompanhado por índios em p irogas, vitórias-régias flutuando, fadas, sílfides, vários animais como jacarés e onças, estavam todos felizes.   Os índios cantavam e estavam enfeitados  como para uma cerimônia nobre.  Lembro que neste dia, eu amanheci cantando a música de São Francisco de Assis e durante o resto do dia fiquei repetindo “Senhor, fazei de mim o instrumento de vossa paz...”

   

SHEILA SOUZA (Rio de Janeiro- RJ)
"O que mais me emocionou foi o ritual com os índios . Chorei o tempo todo . Também me emocionei  ao vislumbrar a cidade submersa de minha visualização durante a palestra sobre o assunto.  A experiência de estar no espalho d’água do igarapé, um pedacinho do rio Negro  me inspirou a escrever este poema:

RIO NEGRO

Espelho negro luzindo
Nos verdes salões da mata,
Ó rio Negro, és tão lindo, serenidade encantada...

Nos igarapés,  iaras
Vem sobre os ramos velar
Por toda a vida que ampara
A força deste lugar.

Muitos seres, muitas vidas, esculturas naturais
Na radiância  escondida
Dessas águas fulgurais.

Grande Paz do rio Negro
Possamos nós refletir
Luz perene, amor sem medo,
Como o céu se mira em ti.

Ó Espírito Vibrante
Dessa imensa comunhão,
Nossa vozes vem, cantantes,
Unir-se à tua canção!"

   
TERESA BATISTA (Rio de Janeiro-RJ)
"O mais forte para mim foi a sensação de ter entrado em um campo de 5ª dimensão.  Ter entrado em um espaço celeste; somente sensações, pensamentos  e sentimentos agradáveis tomaram conta de mim.  Tudo que pudesse ser desagradável era rapidamente transmutado.  Era a sensação da presença divina ter ancorado mesmo no planeta, em um espaço muito especial. Não sei dizer o que possa ser, intelectualmente falando.  Foi realmente um Portal divino que foi ativado. O dia da cura com o Ho’oponopono com os índios foi extremamente emocionante.  Eu não conseguia ter raciocínio. Era pura emoção, pura “água”, o elemento do dia.  A experiência foi “realizadíssima”: o momento de cura das memórias, das ações e violência e injustiça dos conquistadores com os guardiães da terra. Também me marcou a vivência do dia da ativação do Portal na clareira, com a visualização das amazonas jogando setas de luz para todo o planeta. Eu me senti a própria amazona, uma sensação quase física, como se o espírito das amazonas houvesse se manifestado no meu ser".
   
TERESINHA GIL (Rio de Janeiro-RJ)
"No igarapé, visualizei um clarão de luz  como vindo de uma enorme fogueira com contorno violeta e ao mesmo tempo foi descendo um obelisco de luz branca.  Segundos depois a Eunice ou a Lúcia Helena falou em visualizar um obelisco.  Então eu percebi que muitas vezes os fatos aconteciam como se já estivessem  sido programados em outro plano e eu me sentia como se eu já estivesse vivenciado.  Na noite da ativação do Templo na clareira, eu estava usando uma camiseta branca com a estampa de São Miguel Arcanjo e, após a cerimônia, entre o pórtico da entrada e o caminho de tochas,  a Ivonete tirou uma foto minha ( com a minha câmera digital) e para nossa surpresa na foto apareceram vários feixes de luz saindo da estampa de São Miguel e também da minha mão direita.  Um dos feixes subia na direção da floresta e dois se bifurcaram saindo do lado esquerdo da estampa  (do coração) em direção ao chão.  Tirei ainda fotos das brasas das duas fogueiras e na fotos apareceram chamas vermelhas altas como se ainda estivesse aceso o fogo sagrado".
   
VERA ALICE BENTO  (Rio de Janeiro-RJ)
"O que mais me emocionou foi a minha entrada no santuário no primeiro dia dos trabalhos (15 de janeiro). Na minha religião, budista, a gente sempre enfeita o chão com folhas.  Tudo está bom e a cada dia a gente pensa que é o melhor. As palestras são maravilhosas.  Até agora, foi o ritual do barco no encontro das águas foi o que mais me tocou".
   
VITÓRIA NASCIMENTO (Juiz de Fora-MG)
"Gostei muito da palestra da Teresa Batista sobre o Ho’oponopono, que é o processo da cura pelo perdão, e cheguei ver uma aura violeta na Teresa após a palestra".
   

WANDA LINHARES  (Rio de Janeiro-RJ)
"Minha grande experiência foi na noite do dia 18, na ativação do Portal, porque houve uma ligação muito forte com a sagrada Amazon e porque nós começamos a construir o Portal físico do Templo, uma conexão muito intensa entre o céu e a terra e uma verdadeira iniciação para as pessoas que o estão construindo. Todos os passeios foram maravilhosos, como o do igarapé.  Uma paz muito grande, a gente pôde sentir mais a floresta e a água.  A preparação com o silêncio de manhã nos tornou receptivos para a voz da natureza".

   

YONE SOUZA (Rio de Janeiro-RJ)
"
Minha maior emoção foi sentir a floresta viva e termos sido bem recebidos por ela. Vi o guardião da floresta: uma imensa imagem branca meio prateada, como uma estrela de quatro pontas. Também me sensibilizei com a vitória-régia, pois percebi que é a flor de luz da Amazônia . Cada flor da vitória-régia é como um pingo de raio da luz divina .  Também me emocionei com o rio, que me inspirou o seguinte poema:

OURO  NEGRO

Rio Negro, rio Negro,
Tu me deslumbras o olhar.
E pensar qe és afluente
De outro lindo rio-mar.
És negro só na aparência,
Mas tens águas crstalinas.
Misturas tua inocência
Com a destas matas divinas.

Descreves belos caminhos,
Embalando as nossas naus.

Abraças devagarinho
A cidade de Manaus.

Trazes no leito guardado
Grande tesouro escondido.
Ouro negro da Amazônia,
Luz de um passado perdido.

Bela jóia cobiçada
Pelas nações estrangeiras.
Pérola negra engastada
Nestas selvas brasileiras".

     
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