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| DEPOIMENTOS DE ALGUNS DOS 51 PARTICIPANTES | ||
ALEXIA SOARES (Rio de Janeiro-RJ) |
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| ALICE GRESS (Rio de Janeiro-RJ) "Na verdade, vim sem expectativa, porque não conhecia o grupo. Me surpreendi com o idealismo, o altruísmo. Senti como se todos os corações estivessem alinhados, como se fosse uma alma só e um só coração. Sou da linha xamânica e senti a conexão da resposta da natureza. Na manhã do dia 15, os pássaros se levantaram no leste, depois vieram as araras, representando a alegria. Vieram para o nosso lado. Depois veio o vento. A chuva desabou na oca. Vi a oca como se fosse um rodamoinho avermelhado. Senti o choro da alma na hora da leitura do poema do Homem para a Mulher; me identifiquei com todas as mulheres do mundo. Não chorei por Alice, mas por todas as mulheres. E nesse momento senti a importância deste trabalho. Senti a energia feminina, como a mulher sofre, mas ao mesmo tempo é solidária e generosa". |
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| Ana Carla Menna Barreto (Manaus - AM) "Como estava ainda como gerente do Tiwa, não pude participar de todas as atividades, porém um dos momentos de grande emoção foi durante a arrumação do salão, na qual participei e atuei. Mas o ponto mais marcante, não deu para conter as lágrimas, foi na comunidade indígena na hora do Hino Nacional, não tem palavras para descrever o que senti ... Vai ficar na recordação para o resto da minha vida". |
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ANA LUIZA BAHIANA (Rio de Janeiro-RJ) "Todos os momentos me emocionaram. Uma das que mais me chamaram a atenção foi ontem, com o elemento água, quando no ápice do ritual caiu aquela tempestade. Organização, integração, amizade, tudo perfeito; os rituais, as vivências holísticas... Só tenho a agradecer a Deus o privilégio de estar aqui, ter podido cantar, que é o que sei fazer melhor. Estou muito feliz, em estado de graça". |
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ANGELA MONTEIRO (Rio de Janeiro-RJ) " A cerimônia com os índios foi inusitada: os instrumentos, o som da terra, o pé no chão na maloca, foi como um presente. O acolhimento que a tribo Dessana nos deu foi muito bom; uma menina índia me deu três frutinhas da terra chamadas de tucumã. Gostei muito da palestra da Wanda Linhares sobre as mulheres guerreiras. Chorei na cerimônia do barco, principalmente na hora do ritual do casamento". |
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AURORA PACHECO (Brasília-DF) "Na ativação do Templo, no meio do ritual , quando abri os olhos, vi caírem do céu muitas labaredas de pequenas chamas com auras azuis sobre todos. Senti a transmutação de todo ambiente, do hotel Tiwa, em mim, no ambiente físico e etérico. Vi também a chama violeta sobre a bandeira que foi visualizada. Muita chama violeta..." |
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BÁRBARA CALDAS (Niterói-RJ) |
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CARMINHA SOBRAL (Teresina-PI) "O trabalho foi excelente em todos os níveis, com integração entre os participantes, muita harmonia em um ambiente de paz e serenidade. Na hora da ativação do Portal, tudo era harmonia: a lua, os pássaros voando, a dança do oito (infinito) entre as fogueiras do sol e da lua". |
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CRISTINA ROCHA (Rio de Janeiro-RJ) |
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DAGMAR SCHALLER (Rio de Janeiro-RJ) " A grandiosidade incomparável do Brasil , especialmente da natureza dessa imensa região amazônica com suas matas verdes exuberantes e os grandes e lindos rios, me fez sentir ao mesmo tempo grande e pequena. Tudo é tão fascinante , que até milagres acontecem". |
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DIAMANTINA REIGAS (Rio de Janeiro-RJ) "Até agora, o que mais gostei foi do encontro das águas e da caminhada na mata, pelo contato com a natureza. A chuva na floresta foi como um batismo na Amazônia". |
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DULCE PINHEIRO ( Teresina- PI) "Estou extasiada , impactada, em estado de graça após sentir o carinho dos botos. Eles emocionam a gente, nos tocam profundamente. Não esqueço também a dança dos índios, o pisar na terra, aquela batida de pé está gravada no mais íntimo do meu ser. Também emocionante foi a caminhada para atravessar o portal na hora de sua abertura, entre as duas fogueiras, sentindo cada passo como se fosse cada etapa de uma vivência em direção de uma coisa grandiosa". |
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ELCY STUDART (Rio de Janeiro-RJ) "Estou me sentindo em outra dimensão, no paraíso... Para mim, o ponto alto até agora (17 de janeiro) foi o serviço espiritual no barco, no encontro das águas. E como lazer foi o banho de rio. A água me acolheu com muito carinho". |
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ELIANE HORTA (Rio de Janeiro-RJ) "O momento que mais mexeu comigo foi o do igarapé, onde senti a conexão com aquele ambiente, me senti uma com a água, as árvores, os pássaros, o silêncio. Senti que entre as árvores o sol bateu no meu rosto, mais que nunca um em todos e todos em um, quando se perde a individualidade. O encontro com a tribo de índios também foi muito legal e fiz uma coisa que não faço nunca: ficar descalça na terra. Me senti ligada com a própria terra. Depois de um caminho de preparação para a expansão da consciência, aqui tive a oportunidade de experienciar e permitir ser levada em confiança. Na clareira à noite, na hora que a Wanda abriu uma alameda para nós passarmos, foi muito tocante. A sensação é que o Portal realmente se abriu e passou muita gente e me senti como se estivesse transportado um outro universo. Visualizei vários cavalos brancos, enormes, com as amazonas altas e fortes de porte. Quando cheguei em Manaus, ainda no avião, tive a sensação: “Cheguei!” e me vi pequena junto a umas pessoas muito altas e me senti crescer ficando do tamanho delas..." |
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ELIANE LAZERA (Rio de Janeiro-RJ) "Com relação à Amazônia, amei esse lugar, como se fosse a força feminina, um útero aconchegante. Aqui me sinto tão bem... Com relação ao evento, foi extremamente bem organizado. A Eunice foi impecável. Ela é muito primorosa, se preocupa com tudo. Ela se preparou, ela viveu a situação antes. Ela conduziu bem; é uma boa comandante. Em termo de trabalho, foi tudo perfeito. A egrégora espiritual foi belíssima. O nível foi muito bom, mesmo que cada um tenha a sua experiência. São muitas dimensões ao mesmo tempo. A gente na verdade não faz nada. Tudo já existe. Nota mil". |
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ELOAH LIMA (Rio de Janeiro-RJ) |
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GRAÇA ARAUJO (Rio de Janeiro -RJ) "Achei excelente este encontro. Senti muita energia praticamente o tempo todo. Pude observar que embora as brasas das duas fogueiras do ritual de ativação do Templo estivessem pequenas vistas a olho nu, nas fotografias digitais aparecia com chamas como se ainda estivessem acesas". |
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ILMA XAVIER (Rio de Janeiro-RJ) "É um tipo de resgate. Desde a palestra do primeiro dia. Estou me sentindo muito bem. Me sentindo livre. Apreciei a decoração do barco, o banho de rio. Ainda me sinto como se estivesse flutuando. Uma sensação de aconchego e acolhimento. E uma sensação de leveza". |
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ISOLDA HECKER DA SILVA (Rio de Janeiro-RJ) "Senti muito o elemento Terra nesta floresta amazônica. Foi muita emoção e alegria quando cantamos “Pacha Mama/A terra é nossa mãe”. Na cerimônia com os índios tive o sentimento da gratidão por ter sido recebida cosmicamente no planeta Terra". |
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IVONETE AURICCHIO (Rio de Janeiro-RJ) "Meu coração se emocionou nos momentos em que cantamos o Hino Nacional na oca dos índios e no barco no encontro das águas. Também com o som gaita da Daggi tocando “Pompa e Circunstância” para os índios. Senti muito a energia em todas as cerimônias ao ar livre, chamando a atenção da perfeita harmonia com os elementos naturais. Mas talvez o clímax para mim tenha sido aa cerimônia do encerramento oficial na noite do dia 19 de janeiro, no santuário dedicado a Santa Amazon e Lady Miriam, ornamentado pela vitória-régia com a chama trina e com as folhagens amazônicas combinadas com a chama violeta. Senti a força das palavras plenas de Amor de Eunice, Wanda, Lúcia Helena e Teresa Batista e também a suavidade do coro angelical formado espontaneamente pelas vozes de Ana Luiza e as irmãs Eloah, Débora e Vitória. E neste ambiente, além da própria realidade, observei que, todos de branco, pessoas vindas de várias partes do Brasil pareciam estar com os semblantes iluminados, dando a certeza de termos cumprido com o propósito missionário desta viagem: a ativação do Templo de Luz da Amazônia". |
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JOSÉ GALINDO (Rio de Janeiro-RJ) "Eu senti muita emoção na oca dos índios, quando pedimos perdão pelos conquistadores do passado, justamente na hora que começou a chover tão forte. No encontro das águas, na invocação do Arcanjo Miguel, senti como se o Arcanjo chegasse com uma legião de seres de luz, como se o barco ficasse rodeado e protegido. Hoje entrei antes da cerimônia no santuário e meditei pedindo respostas para algumas questões e, durante a palestra da Eunice, obtive várias resposta esclarecedoras. No encerramento, na hora dos abraços, senti muita emoção na conexão de coração a coração com todo o grupo". |
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JÚLIA CARNERO (Rio de Janeiro- RJ) "O momento mais tocante dói a abertura do Portal, especialmente com a música indígena. Foi como se a alma indígena estivesse inundando o meu ser". |
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JURACI CARVALHAL DA SILVA (Rio de Janeiro-RJ) "Gostei bastante do dia da floresta e o dia do barco no encontro das águas. A palestra da Lúcia Helena veio complementar um conhecimento de assuntos que me interessam pessoalmente". |
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LAYDE OGUIME (São Paulo-SP) |
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LÚCIA HELENA S. PEREIRA (Rio de Janeiro-RJ) "Dois pontos me tocaram: a ativação do Portal para a entrada no Templo da Força, Poder e Destemor do Raio Feminino e a resposta da natureza nos momentos essenciais das cerimônias ao ar livre. Por exemplo: dois pássaros cruzaram o céu no momento da harmonização na entrada do templo e os mesmos dois pássaros estiveram presentes no momento em que se ancorou a saudação do Portal do Norte e o elemento Ar. Além disso, as duas araras (creio ser um casal) se posicionaram na entrada do templo antes de o ritual começar como se estivesem vistoriando o local e guardá-lo, constituindo um campo de força do reino dévico. Também tivemos, no dia do elemento Água, muita chuva com efeito purificador e transmutador. No dia do Ar, muitos ventos sopraram quando o nosso barco se posicionou no encontro das águas (rios Negro e Solimões). O profundo silêncio no igarapé e, quando declamei o poema saudando a natureza, o sol pareceu com toda sua força. E também não posso esquecer que a lua, como se aguardasse um chamado, mostrou-se no momento preciso durante o ritual do Portal do Feminino". |
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LÚCIA SALOCA (Rio de Janeiro-RJ) "Tive um grande conflito antes de vir: eu vinha para um lugar para trabalhar o destemor e eu estava em pânico. Decidir chegar até aqui foi muito complicado, muito sofrido. Até chegar ao aeroporto eu ainda estava em conflito. Só aqui, quando botei o pé no hotel Tiwa é que vi que fiz a decisão certa. Gostei de todos os rituais, principalmente o dos índios. Estava muito cerimoniosa. Como se estivesse chegado a uma casa que não conheço. Na hora do “ho’oponopono’ me senti muito mal, na hora de dizer “sinto muito, eu te amo”, eu chorei, foi um pedido de perdão mesmo. No igarapé fiquei de olhos abertos, contemplando. Na visualização do obelisco, era como se ele se materializasse e me transportei ao Oriente Médio e aos Estados Unidos e tive nesse momento a percepção de o Brasil ser o instrumento de união dos povos. E neste momento me senti incluída e capaz de participar deste processo". |
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LUCIA WEBER (Manaus-AM) "Gostei demais da palestra da Lucia Helena sobre o medo. No dia do ritual do barco no encontro das águas dos rios Negro e Solimões (17 de janeiro) senti-me fora do ar, perdendo a noção do tempo. O canto da Ana Luiza e as palavras da Eunice fizeram tudo em volta se harmonizar. Depois deste grupo, sinto que serei “Lúcia hoje , Lúcia ontem”. Quando Ivonete cantou o mantra xamânico andino no igarapé senti uma forte presença xamânica masculina. Uma energia muito, muito forte estava ali". |
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MARAMAN LAMOÇO (Rio de Janeiro-RJ) "Gostei muito do encontro com os índios, mesmo sabendo que eles já estão com a influência da civilização. Gostei muito das danças". |
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MARIA ELOÁ RIBEIRO (Curitiba-PR) "Tantas coisas me tocaram: o encantamento, a grandiosidade e a beleza da região, da mata, do rio, o ritual da chama gêmea, o sentimento de estar em paz com o Amor,, não necessariamento com o sexo oposto, mas com o complemento divino. É a junção do quebra-cabeça, é saber que tem que existir a procura para encontrar o Todo". |
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MARIA HELENA DEL GRANDE (Salvador– BA) "Muitos momentos foram especiais, mas me comoveu a hora em que pedimos perdão aos índios, pelos erros da nossa responsabilidade, da nossa cultura para com a deles". |
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NAIR BARBOSA (Rio de Janeiro-RJ) "Gostei muito de conhecer os índios, sentir o espírito da família, adorei os bebês. Também gostei da cerimônia do casamento no barco, símbolo de união em contraste com as águas dos rios que não se misturam". |
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NILSON QUADROS (Rio de Janeiro-RJ) "Para mim existiram dois momentos muito importantes: o do encontro das águas e o da abertura do Portal". |
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NIZETE MARCELINO (Rio de Janeiro-RJ) "Tive muitas experiências marcantes: consegui visualizar um céu noturno estrelado dentro da oca dos índios na hora que cantamos o Hino Nacional. Caminhar na trilha da floresta e receber no corpo a chuva que caiu. Tomar banho no rio Negro e vencer um antigo medo que eu tinha. Outro ponto alto foi o passeio de lancha no igarapé, depois que as cinco lanchas pararam no templo natural e após a meditação da Lúcia Helena e o canto dos Ascensionados e Livres. Percebi entre as árvores uma luz dourada e num relance, muito rápido, visualizei o rosto de Jesus Cristo". |
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REGINA MOL CABRAL (Rio de Janeiro-RJ) "Gostei muito do encontro com os índios. Eu estava de coração aberto e eles também. Como contribuição, peço para que nos próximos encontros, no passeio de barco da madrugada para ver o sol nascer, após a harmonização em conjunto, quando os barcos ficam com os motores desligados e unidos pelas cordas, eles depois se separem e novamente desliguem os motores para que todos possam apreciar melhor a natureza e tirar fotos, pois com os barcos unidos, quem ficar sentado atrás (como eu fiquei) não vê direito o sol nascer nem consegue tirar fotos". |
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REGINA PANDINI (Rio de Janeiro-RJ) |
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SHEILA SOUZA (Rio de Janeiro- RJ) RIO NEGRO Espelho negro luzindo Nos igarapés, iaras Muitos seres, muitas vidas, esculturas naturais Grande Paz do rio Negro
Ó Espírito Vibrante |
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TERESA BATISTA (Rio de Janeiro-RJ) "O mais forte para mim foi a sensação de ter entrado em um campo de 5ª dimensão. Ter entrado em um espaço celeste; somente sensações, pensamentos e sentimentos agradáveis tomaram conta de mim. Tudo que pudesse ser desagradável era rapidamente transmutado. Era a sensação da presença divina ter ancorado mesmo no planeta, em um espaço muito especial. Não sei dizer o que possa ser, intelectualmente falando. Foi realmente um Portal divino que foi ativado. O dia da cura com o Ho’oponopono com os índios foi extremamente emocionante. Eu não conseguia ter raciocínio. Era pura emoção, pura “água”, o elemento do dia. A experiência foi “realizadíssima”: o momento de cura das memórias, das ações e violência e injustiça dos conquistadores com os guardiães da terra. Também me marcou a vivência do dia da ativação do Portal na clareira, com a visualização das amazonas jogando setas de luz para todo o planeta. Eu me senti a própria amazona, uma sensação quase física, como se o espírito das amazonas houvesse se manifestado no meu ser". |
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TERESINHA GIL (Rio de Janeiro-RJ) "No igarapé, visualizei um clarão de luz como vindo de uma enorme fogueira com contorno violeta e ao mesmo tempo foi descendo um obelisco de luz branca. Segundos depois a Eunice ou a Lúcia Helena falou em visualizar um obelisco. Então eu percebi que muitas vezes os fatos aconteciam como se já estivessem sido programados em outro plano e eu me sentia como se eu já estivesse vivenciado. Na noite da ativação do Templo na clareira, eu estava usando uma camiseta branca com a estampa de São Miguel Arcanjo e, após a cerimônia, entre o pórtico da entrada e o caminho de tochas, a Ivonete tirou uma foto minha ( com a minha câmera digital) e para nossa surpresa na foto apareceram vários feixes de luz saindo da estampa de São Miguel e também da minha mão direita. Um dos feixes subia na direção da floresta e dois se bifurcaram saindo do lado esquerdo da estampa (do coração) em direção ao chão. Tirei ainda fotos das brasas das duas fogueiras e na fotos apareceram chamas vermelhas altas como se ainda estivesse aceso o fogo sagrado". |
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VERA ALICE BENTO (Rio de Janeiro-RJ) "O que mais me emocionou foi a minha entrada no santuário no primeiro dia dos trabalhos (15 de janeiro). Na minha religião, budista, a gente sempre enfeita o chão com folhas. Tudo está bom e a cada dia a gente pensa que é o melhor. As palestras são maravilhosas. Até agora, foi o ritual do barco no encontro das águas foi o que mais me tocou". |
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VITÓRIA NASCIMENTO (Juiz de Fora-MG) "Gostei muito da palestra da Teresa Batista sobre o Ho’oponopono, que é o processo da cura pelo perdão, e cheguei ver uma aura violeta na Teresa após a palestra". |
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WANDA LINHARES (Rio de Janeiro-RJ) |
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YONE SOUZA (Rio de Janeiro-RJ) OURO NEGRO Rio Negro, rio Negro, Descreves belos caminhos, Abraças devagarinho Trazes no leito guardado Bela jóia cobiçada |
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